Sirenes ecoam pelo concreto das esquinas, viadutos e calçadões do centro velho, anunciando a abertura da Virada. Depois, pequenos concertos despertarão os passantes durante toda a festa.
Endereço: Praça do Patriarca.
Sinopse:
Sirenes ecoam pelo concreto das esquinas, viadutos e calçadões do centro velho, anunciando a abertura da Virada. Depois, pequenos concertos despertarão os passantes durante toda a festa.
http://www.mecanique-vivante.com/
Horários: dia 2 às 22h20, dia 3 às 07h55, às 11h40, às 17h50, às 17h50 e às 17h50.
Duração: 10 minutos;
No Teatro Municipal, artistas seminais da música brasileira tocam na íntegra determinados álbuns passados, da primeira à última faixa.
Ingressos para as apresentações podem ser retirados no local, com hora de antecedência, com limite de 1 ingresso por pessoa.
Endereço: Praça Ramos de Azevedo.
18h00
Sinopse:
Nascido no Paraná, Arrigo Barnabé estudou composição na Universidade de São Paulo e tem um trabalho bastante eclético, que mistura a vanguarda da música erudita contemporânea com o pop e o rock pesado. Assim, tornou-se um dos líderes da Vanguarda Paulista, movimento musical do final dos anos 70, formado por bandas como Premeditanto o Breque, Língua de Trapo e artistas como Itamar Assunção e Tetê Espíndola. A Vanguarda Paulista, repleta de experimentações e busca pela inovação, apresentava-se no Teatro Lira Paulistana, na praça Benito Calixto. Curiosamente, embora seja um dos maiores representantes dessa geração, Arrigo Barnabé jamais se apresentou nesse palco. Seu trabalho é baseado na experimentação com claras influências do dodecafonismo erudito. Participou do Festival Universitário da TV Cultura nos anos 70 com a composição Diversões Eletrônicas e em 1980 gravou o primeiro LP independente, Clara Crocodilo com o qual excursionou pelo Brasil acompanhado de a Banda Sabor de Veneno. Arrigo compôs para cinema e teatro, ganhando diversos prêmios. Na Virada Cultural 2009, ele executa na íntegra seu LP de estréia, acompanhado de Tetê Espíndola e de a Banda Suave Veneno, que traz para o palco do Teatro Municipal a mesma formação que gravou o emblemático álbum em 1980.
Banda Sabor de Veneno:
formada na capital de São Paulo no final da década de 70, a banda fez parte do movimento Lira Paulistana. Integrada por Regina Porto (piano), Bozo (sintetizador e piano), Paulo Barnabé (bateria e percussão), Gi Gibson (guitarra e violão), Rogério (percussão), Otávio Fialho (baixo), Ronei Stella (trombone), Chico Guedes (saxofone e clarineta), Baldo Versolatto (saxofone e clarineta), Mané Silveira (sax e flauta), Félix Wagner (Clarineta), Suzana Salles(vocal e voz) e Vânia Bastos (vocal e voz).
Clara Crocodilo: gravado por Arrigo Barnabé, Banda Suave Veneno e mais participações de Itamar Assumpção (arranjos) e Tetê Espíndola (voz)
Ambiente
Ao final da década de 70, o Brasil tinha o cenário musical estabilizado. A guitarra elétrica e o Rock and Roll já não surpreendiam nem chocavam mais ninguém. Já no exterior, o cenário era bem diferente. O underground europeu fervilhava de bandas e artistas desconfortáveis com a mesmice e buscavam se livrar das convenções musicais impostas pelo mercado fonográfico. No Brasil, tudo estava muito bem acomodado num underground inexpressivo e uma revolução musical praticamente inexistente. A despeito desse cenário, a vanguarda musical tupiniquim começa a surgir em conservatórios e universidades brasileiras, onde os músicos adquiriam uma preciosa carga de conhecimento teórico aliada a uma vasta cultura auditiva, somada ao dia-a-dia e à originalidade brasileira. É nessa efervescência que surge o multinstrumentalista Arrigo Barnabé, sensível aos rumos que a música nacional tomava e que, principalmente, poderia tomar.
Ao lado da Banda Suave Veneno no final dos anos 70, Arrigo participou de alguns festivais e gravou aquele que é considerado por muitos experiência mais radical da MPB depois do Tropicalismo: o álbum Clara Crocodilo.
O álbum
Clara Crocodilo é um álbum independente e complexo, no qual nada está ali de graça. Tudo se encaixa na composição de uma obra completa e profunda. Da confecção da capa aos detalhes nos arranjos, tudo foi criado conscientemente de modo que cada um dos elementos do disco se completam para formar uma obra única.
O nome
Barnabé buscava um nome que além de soar musicalmente, representasse uma contradição. Foi inspirado no poema Aura Amara, do trovador Arnaut Daniel, que Arrigo Barnabé encontrou esse nome: “Clara Crocodilo”. Baseado na sonoridade das duas primeiras sílabas de cada palavra (o Cla de Clara em oposição ao Cro de Crocodilo) somado ao contraponto embutido nos sentidos de “Clara”, que é a luz, e “Crocodilo” que representa o escuro das profundezas de um pântano.
A música
Atonalismo, dodecafonismo, samba, jazz, Frank Zappa, minimalismo com alguma coisa de Rock and Roll, misturados às vozes femininas em tonalidades altíssimas que ora solam, ora entram em coro, dialogando com a voz satírica de Arrigo. Os arranjos vocais são complexos e os diálogos e a narrativa se encaixam perfeitamente ao arranjo instrumental, liderados pelo piano frenético de Arrigo Barnabé entre os diversos instrumentos de sopro, sustentados pela presença de uma forte base composta por baixo, guitarra e bateria.
As letras
Uma mistura de linguagens que envolvem gírias e onomatopéias, poesia concreta, metafísica e literatura erótica, por onde desfilam histórias de chinfra e malandragem, prostitutas, chanchadas, fliperamas, chacretes, comerciais de TV e vilões mutantes que narram a realidade de um Brasil pobre, numa linguagem ágil de histórias em quadrinhos.
Clara Crocodilo talvez tenha sido uma das coisas mais originais que se fizeram até hoje na música brasileira, representando um momento de ruptura pós-modernista na sequência do movimento Tropicalista Brasileiro.
Clara Crocodilo faixa a faixa
01 Acapulco drive-in,
02 Orgasmo total,
03 Diversões eletrônicas,
04 Sabor de veneno,
05 Infortúnio,
06 Office-boy,
07 Clara Crocodilo.
08 Instante
(Música)
Início: dia 2 às 18h00
21h00
Sinopse:
Nascido em uma família de músicos em Carmo, interior do Rio, Egberto Gismonti sempre gostou de música e desde muito cedo estudou piano. Com o tempo, interessou-se pela pesquisa da música popular e folclórica brasileira, chegando a passar uma temporada vivendo com os índios no Xingu. Mestre na arte de compor músicas que aproximam o erudito do popular, alternou-se em diversos instrumentos buscando tons e sonoridades que se encaixassem às suas experimentações. Foi dos teclados (piano acústico, piano elétrico, sintetizador e órgão – Gismonti foi um dos primeiros músicos brasileiros a dominar os sintetizadores) aos violões de seis, oito, dez, doze e quatorze cordas, passando por instrumentos como flautas indígenas (ocarina e jacuí), kalimbas e sinos. No início dos anos 70 alternou-se entre o Brasil e a Europa, gravando discos lá e cá. Depois concentrou sua carreira no exterior, gravando discos premiados com o percussionista brasileiro também radicado fora do Brasil, Naná Vasconcelos, com quem gravou o aclamado Dança das Cabeças, em 1976. Na Virada Cultural 2009, executa seu disco Alma faixa a faixa.
Alma
Talvez seja abusar da falta de criatividade dizer que o álbum Alma de Egberto Gismonti toca a alma de quem o escuta. Mas em hipótese alguma trata-se de um exagero. Mais uma vez, Gismonti encanta. Em Alma há, em seu conjunto, uma musicalidade intensa e delicada, divertida e emocionante, expressa numa interpretação ora exagerada, ora enigmática. Nessa obra, Gismonti concede ao som do piano e à música instrumental uma forma especial, oferecendo sensações em quem o ouve, seja pela primeira, seja pela milionésima vez. Há em cada uma das composições da obra um pouco das suas influências: a grandiloquência das harmonias italianas; as intempéries provocativas das escalas mouras; o uso de clichês melódicos do cancioneiro popular brasileiro. Alma, lançado em 1986, é um infinito de possibilidades harmônicas e rítmicas, profundas como a alma de cada um de nós. Considerado por muitos como o melhor trabalho de Gismonti, o LP original vinha embalado por uma capa de cores neutras, envolvendo a palavra-título, que permite diversas leituras, dependendo do momento que atravessa quem o escuta. Dentro do álbum, há uma imagem holográfica de Gismonti que realça sua aura e suas formas e mais um presente a outros músicos: as partituras das nove faixas que compõem o disco. Certa vez, falando sobre LP, Gismonti disse que “em Alma sinto que, se não tivesse ido ao Xingu, à Europa, nem mergulhado na parafernália tecnológica, o disco não seria o que é. Mas, apesar disso tudo que falei, Alma não tem índio, nem tecnologia, nem orquestra, nem canto. O que tem mais importância é a música.”
Ou, como diria outro gênio, “tudo vale a pena se a alma não é pequena”.
Alma faixa a faixa
01 Baião,
02 Malandro,
03 Palhaço,
04 Loro,
05 Maracatu,
06 Karatê,
07 Frevo,
08 Água e vinho,
09 Infância,
09 Cigana.
(Música)
Início: dia 2 às 21h00
00h00
Sinopse:
Baiano de Irará, Tom Zé é um dos mais controvertidos, tropicalistas e criativos compositor, cantor e arranjador do Brasil. No início dos anos 60, juntou-se a Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Maria Bethânia para fundar o movimento Tropicalista. Já em São Paulo, participou da composição do lendário disco Panis et Circenses com sua música Parque Industrial, em 1968. No mesmo ano, Tom Zé venceu o Festival da Record com São São Paulo e lançou seu primeiro LP, Grande Liquidação - que será executado na íntegra na Virada Cultural 2009.
Os anos seguintes não foram fáceis para Tom Zé. Ao contrário de seus companheiros tropicalistas, seus discos não foram bem aceitos pelo público e crítica. Seu valor só foi reconhecido no final da década de 80, após David Byrne, famoso compositor do Talking Heads, descobrir um de seus discos num sebo. Foi amor à primeira audição. Logo, Byrne organizou uma coletânea da obra de Tom Zé e lançou-a na Europa e EUA. O resultado não poderia ser melhor: Tom Zé passou parte da década de 90 se apresentando para os norte-americanos e nos palcos do velho continente. Quando voltou para Brasil, teve enfim seu talento reconhecido e sua obra foi toda relançada.
Grande Liquidação é o primeiro LP de Tom Zé após Panis et Circenses, um dos marcos iniciais da Tropicália. Lançado originalmente em 1968, a princípio foi rejeitado e passou anos no esquecimento. Mas quando foi redescoberto, derrubou queixos de norte a sul do país. Considerado o mais tropicalista dos discos da Tropicália, o álbum é uma verdadeira obra prima da música brasileira, onde música e textos interagem em meio a um sarcasmo inigualável. Durante o disco, Tom Zé transita livre e solto por temas ainda hoje atuais e inúmeros ritmos costurados por arranjos vanguardistas que são a própria alma da Tropicália. Do Rock à marchinha de coreto, do baião ao iê-iê-iê, Grande Liquidação é um álbum que representa toda a criatividade, ora complexa ora muito simples, de Tom Zé - que no disco, ainda encena uma transmissão de alto falante e depois conta uma historinha na introdução da faixa Camelô. O álbum de estréia de Tom Zé ainda traz “São São Paulo”, vencedora do Festival de MPB da TV Record de 68. Em suma, Grande Liquidação é um disco que todos devem ter. E um show que ninguém pode perder.
Grande Liquidação faixa a faixa
01 São São Paulo,
02 Não buzine que eu estou paquerando,
03 Namorinho de portão,
04 Catecismo, creme dental e eu,
05 Curso intensivo de boas maneiras,
06 Glória,
07 Camelô,
08 Profissão ladrão,
09 Sem entrada e sem mais nada,
10 Parque industrial,
11 Quero sambar meu bem,
12 Sabor de burrice.
(Música)
Início: dia 3 às 00h00
03h00
Sinopse:
Nascido numa região rural da Paraíba, Chico César logo trocou a enxada pelos estudos e o interior pela capital João Pessoa, onde se formou jornalista. Mais tarde, em 1985, veio pra São Paulo trazendo na bagagem seu diploma, suas composições e a certeza de que seria um dia um artista respeitado no cenário nacional. Hoje, Chico César tem um DVD lançado, possui seu próprio selo musical (Chita Discos), um livro publicado em 2006 (Cantáteis - Cantos elegíacos de amozade) e 7 álbuns gravados que trazem uma vasta obra, Tão importante e variada como as vozes que ainda hoje lhe dão vida: Ivan Lins, Ceumar, Emílio Santiago, Chico Buarque, Miriam Maria, Mônica Salmaso, MPB 4, Quinteto Violado, Suzana Salles, Renato Braz, Thaíde e DJ Hum, Vange Milliet, Vânia Abreu, Xangai, Zizi Possi, Zeca Baleiro e Sting.
Aos Vivos
Enquanto fazia “bicos” jornalísticos pela cidade, Chico César procurava seu espaço para tocar. Porém, suas músicas eram consideradas muito regionais para os espaços cult da cidade e muito estranhas para os recantos nordestinos. Mas no início dos anos 90, sua história começou a mudar. Uma amiga que trabalhava numa associação cultural Brasil-Alemanha conseguiu que Chico César fizesse uma série de shows na Alemanha. E pra lá ele foi, levando na bagagem tudo o que ele havia trazido da Paraíba para São Paulo: suas composições.
De volta ao Brasil, Chico César já não era um absoluto incógnito na multidão de Nordestinos que viviam em São Paulo. Com as apresentações internacionais, ele ganhou algum espaço nos jornais. Então, aproveitando essa divulgação e os moldes de seus shows realizados na Alemanha, gravou seu álbum de estréia: “Aos Vivos”.
Gravado ao vivo, só com voz e violão, Aos Vivos foi o trabalho que realizou o sonho de Chico César, tornando-o um dos líderes da nova MPB. Lançado em 1995, o primeiro álbum do cantor e compositor baiano traz sucessos como Mama África, À Primeira Vista e Mulher Eu Sei, além de participações de Lenine e do lendário guitarrista Lanny Gordin. Até hoje, as composições desse disco ganham inúmeras versões e interpretações no trabalho dos mais diversos artistas.
Aos Vivos faixa a faixa
01 Béradêro,
02 Mama África,
03 À primeira vista,
04 Tambores,
05 Alma não tem cor,
06 Dúvida cruel,
07 A prosa impúrpura do caicó,
08 Saharienne,
09 Bonazir,
10 Mulher eu sei,
11 Clandestino,
12 Templo,
13 Paraíba,
14 Dança,
15 Nato.
(Música)
Início: dia 3 às 03h00
06h00
Sinopse:
O Violeta de Outono surgiu na metade dos anos 80, emergindo de um porão de Pinheiros, bairro de São Paulo, em meio a efervescência do rock nacional da década, onde a maioria das bandas buscava sua identidade na sonoridade dos conjuntos ingleses de new-wave, pós-punk e o então emergente dark-gótico. A proposta do Violeta era bastante incomum para o período, viajando do rock dos anos 60 ao experimentalismo do rock progressivo dos anos 70. Porém, a despeito da onda que assolava a capital paulista, bastou uma série de apresentações ao vivo para que o Violeta de Outono, antes ainda de gravar seu primeiro disco, virasse cult. Sua obra surpreende por suas inquietantes composições, oriundas da evolução musical do grupo – o Violeta , por exemplo, foi a primeira banda brasileira a fazer uso de efeitos eletrônicos e samplers em suas gravações e shows. Conhecida pelo seu som psicodélico, suas apresentações ao vivo são sempre marcantes devido à atmosfera lisérgica que exalam em cada acorde. Recentemente, o Violeta lançou o CD Volume 7, um álbum que mistura rock, jazz e sons espaciais. Na Virada Cultural, o Violeta de Outono executa na íntegra seu álbum homônimo, o primeiro da banda.
Violeta de Outono
Lançado originalmente em 1987 pela RCA através de seu então novo selo, Plug, o álbum de estréia do Violeta de Outono é um marco na história do rock brasileiro. Já na capa do LP, podemos ter uma amostra de toda a sua força psicodélica: um “jardim elétrico” serve de arte à capa do álbum que traz em sua composição “acidulada” um desvio botânico brotando num ambiente rarefeito, onde sombras impenetráveis se alternam com manchas deslumbrantes de luz. A experiência musical do Violeta de Outono está aí desvendada. Solos abissais, invariavelmente açoitados por uma trama rítmica visceral e explosões de efeitos especiais, envolvem os ouvintes em uma experiência hipnótica. Gravado em um estúdio abandonado da RCA paulistana, dotado de equipamentos vintage que só eram utilizados para gravações de orquestras, o disco ganhou uma forma absolutamente orgânica, com o som dos instrumentos do grupo sendo captado ao vivo, a partir de dois microfones estrategicamente posicionados. O resultado imortalizou temas que se tornariam clássicos no repertório do Violeta além de trazer uma magistral releitura de Tomorrow Never Knows, dos Beatles. Recentemente relançado em CD, Violeta de Outono traz mais quatro faixas bônus, registradas por ocasião das mesmas sessões de estúdio que resultaram na gravação original. Entre elas, outra releitura, desta vez dos Rolling Stones: 2000 Light Years From Home ganhou uma releitura que lhe oferece uma nova, e ainda mais viajante, dimensão.
Violeta de Outono faixa a faixa
1. Outono,
2. Declínio de Maio,
3. Faces,
4. Luz,
5. Retorno,
6. Dia Eterno,
7. Noturno Deserto,
8. Sombras Flutuantes,
9. Tomorrow Never Knows,
10. Noite Escura,
11. Caminho,
12. Om Voice,
13. 2000 Light Years From Home.
(Música)
Início: dia 3 às 06h00
09h00
Sinopse:
Um dos maiores grupos instrumentais do Brasil, formado em 1982 no Rio de Janeiro, o Cama de Gato sempre teve em suas formações, tocando em quintetos e quartetos, músicos de primeira linha. Apreciado por um público exigente e com uma cultura musical refinada, o Cama de Gato já se apresentou em todo o Brasil, Europa e EUA. Na Virada Cultural, executa seu LP de estréia com título homônimo, contando com o baixista Arthur Maia, um dos maiores do mundo.
http://www.casacivil.ce.gov.br/noticias/grupo-cama-de-gato-encerra-temporada-no-dragao-do
Cama de Gato
O álbum de estréia do Cama de Gato, lançado em 1982 e gravado por Pascoal Meirelles (bateria), Mauro Senise (sax e flauta), Arthur Maia (baixo elétrico) e Rique Pantoja (teclados), atingiu a marca de 75 mil cópias vendidas – marca muito expressiva por se tratar de um LP de música instrumental no Brasil. Cama de Gato foi aclamado pela crítica como o mais bem sucedido álbum instrumental brasileiro dos anos de 1980. Na Virada Cultural, encabeçados por Arhur Maia, o disco será executado na íntegra no Theatro Municipal.
Cama de Gato faixa a faixa
01 Melancia,
02 Funchal,
03 Amanhã,
04 Frigiano,
05 Julinho,
06 Cruzado,
07 Vento Sul.
(Música)
Início: dia 3 às 09h00
12h00
Sinopse:
Poucos são os brasileiros que não conhecem Fafá de Belém, essa grande intérprete nascida na capital paraense e que na adolescência fugia de casa para cantar nos bares da cidade. Sua voz marcante, a estrondosa gargalhada e seu amplo repertório, é capaz de lhe abrir as portas para o mais variado público. Fafá já interpretou clássicos de inúmeros compositores de música regional, cancioneiro popular, boleros, ritmos caribenhos, guarânias, afoxé, lambadas, sambas-canções, sertanejo. Foi ela uma das primeiras a interpretar o Hino Nacional, causando à época uma grande polêmica. Com mais de 30 anos de carreira e 24 álbuns lançados, Fafá de Belém também se destaca fora dos palcos. Foi personagem sempre presente na Campanha das Diretas Já, na década de 80 e batizou um modelo do Fusquinha, o carro que já foi o mais popular do país.
Água
Água, gravado em 1977, foi o trabalho que consolidou o sucesso de Fafá de Belém, sucesso já anunciado em seu disco de estréia, quando recebeu rasgados elogios de José Ramos Tinhorão (respeitado e renitente crítico da época) que a considerou a melhor intérprete daquela geração. Água, trouxe sucessos como Foi Assim e Pauapixuna (da dupla paraense Paulo André e Ruy Barat) e Raça e Sedução (de Milton Nascimento/ Fernando Brant) e acabou vendendo cerca de 100 mil cópias. Na turnê de divulgação do LP, Fafá se apresentava descalça e lançava mão de interpretações exageradas e decotes que realçavam suas formas voluptuosas. Foram nessas apresentações que Fafá firmou seu estilo e identidade artística, conquistando uma legião de fãs.
Na Virada Cultura 2009, Fafá de Belém toca na íntegra seu álbum Água, realizando o mesmo espetáculo da época de seu lançamento.
ÁGUA faixa a faixa
01 Pauapixuna,
02 Araguaia,
03 Leilão,
04 Cordas de espinhos,
05 Canção passarinho,
06 Ontem ao luar,
07 Raça,
08 Sedução,
09 Foi assim,
10 Cidade pequenina,
11 O andarilho,
12 Ave Maria dos Retirantes.
(Música)
Início: dia 3 às 12h00
15h00
Sinopse:
Compositor, cantor, pianista, arranjador e maestro, Francis Hime é um dos principais protagonistas da música popular brasileira a partir da primeira metade dos anos 60. Especialmente dotado de uma versatilidade em compor sobre vários ritmos brasileiros, Francis escreve sambas, frevos, modinhas, calangos, choros e paralelamente à música popular compõe música erudita. Essa mistura aliada ao seu talento natural, permite-lhe transitar entre a sofisticação e complexidade de uma sinfonia e a simplicidade e o balanço do samba. Para um repertório tão rico, Francis, que se auto-intitula um “compositor vira-lata” devido a suas inúmeras parcerias, conta com um talentoso grupo de parceiros como Milton Nascimento, Olivia Hime, Gilberto Gil, Paulo César Pinheiro, Capinam, Adriana Calcanhoto, Paulinho da Viola, Lenine, Joyce, Moraes Moreira, Sergio Bardotti, Chico Buarque, Vinicius de Moraes e Ruy Guerra. Na Virada Cultural, executa na íntegra, acompanhado da Orquestra Experimental de Repertório, seu álbum de estréia de 1973, intitulado simplesmente Francis Hime.
Francis Hime
Em 1969, Francis andava dividido entre a música e a engenharia. Quando optou definitivamente pela carreira musical, já compunha há dez anos. Foi dessa decisão que surgiu outra: a de viver nos Estados Unidos para estudar composição, orquestração e trilhas para filme. Passou quatro anos em Los Angeles. Ao voltar em 1973, no auge do AI-5, estava bastante amadurecido e ainda mais virtuoso e seguro.Gravou seu disco de estréia contando com parceiros já habituais como Vinicius de Moraes e Ruy Guerra mas também iniciando uma parceria que seria a mais constante e duradoura de sua carreira: com Chico Buarque. Em seu trabalho de estréia, Francis mostra seu refinamento ao mesmo tempo em que absorve dos estilos e ritmos musicas em que vive, a vitalidade e a beleza – qualidades que mostraria ao longo de seus trabalhos. Já nesse primeiro álbum, ele apresenta composições que iriam acompanhá-lo por toda a carreira – e também estariam ao lado da vida de seus parceiros. Nesta Virada Cultural, o Teatro Municipal será palco para a apresentação desta obra genial de um dos mais talentosos compositores da música brasileira, acompnahdo da Orquestra Experimental de Repertório.
Orquestra Experimental de Repertório
A Orquestra Experimental de Repertório é uma orquestra brasileira, fundada em 1990 por Jamil Maluf, seu atual maestro. A orquestra tem aproximadamente 99 músicos e seu repertório engloba música erudita, trilhas de cinema, música popular e espetáculos experimentais com grupos de teatro.
(Música)
Início: dia 3 às 15h00
18h00
Sinopse:
Um dos principais membros do Clube da Esquina, movimento musical mineiro da década de 60 que além de Beto Guedes contava com Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant Flávio Venturini entre outros. Foi o Clube da Esquina que o projetou nacionalmente. Foi acompanhado pelo grupo 14 Bis e em 1977 lançou o primeiro LP, A Página do Relâmpago Elétrico que superou as expectativas comerciais. No ano seguinte, o disco Amor de Índio traz na faixa-título o maior sucesso de sua carreira. Em 1986, saiu LP Alma de Borracha, dando-lhe seu 1º Disco de Ouro, ultrapassando a marca de 200 mil cópias vendidas. Ídolo dos jovens paz e amor da década de 70, Beto Guedes continua inspirando seu público com suas composições.
http://www.betoguedes.com.br
Alma de Borracha
Lançado em janeiro de 1986 pela ODEON, Alma de Borracha foi o álbum que deu a Beto Guedes seu primeiro disco de ouro, ultrapassando a marca de 200 mil cópias vendidas, um recorde em sua carreira. Alma de Borracha é o título é a tradução do nome do sexto álbum dos Beatles, o Rubber Soul, grande influência de Beto durante a adolescência. Lágrima de Amor é o grande hit comercial de um disco muito bem tocado. Que ainda conta com as participações especiais de Zizi Possi (em Objetos Luminosos) e Dalto, co-autor da canção Calor Humano nos vocais. Acompanhado por uma banda excepcional, Beto realiza pouco mais de 70 shows, assistido por um público de mais de 400 mil pessoas, quebrando recordes de público em São Paulo, Recife, Rio, Salvador e Brasília. No embalo dessa turnê, lança o álbum Beto Guedes Ao Vivo. Mas essa é outra história
Alma de Borracha faixa a faixa
01 Flor da Razão,
02 Calor Humano,
03 Tudo em Você,
04 São Paulo,
05 Quando a Saudade não se Vai,
06 Lágrima de Amor,
07 Objetos Luminosos,
08 Alma de Borracha,
09 Amormeuzinho,
10 Choro de Pai (instrumental).
(Música)
Início: dia 3 às 18h00
Um encordoamento colossal faz de um grande edifício uma harpa, por sobre a Praça Ramos.
Endereço: Praça Ramos.
Sinopse:
Um encordoamento colossal faz de um grande edifício uma harpa, por sobre a Praça Ramos.
Horários: dia 2 às 19h45, dia 3 às 00h05, às 08h30, às 10h15 e às 15h05.
Duração: 40 minutos;
Piano na Praça
Originado na Virada, o projeto se repete em sábados alternados durante o ano, com um grande piano montado, solitário, no meio da belíssima praça da biblioteca, para concertos solo de pianistas consagrados e emergentes.
Endereço: Praça Dom José Gaspar.
19h00
Sinopse:
O Duo Lumina vem atuando desde setembro de 2002, tendo se apresentado em várias salas de concerto da capital paulista e por várias vezes no Theatro São Pedro, onde foi lançado seu primeiro CD. Atualmente o duo tem enfatizado o repertório de caráter popular mais tradicional e/ou histórico, como o maxixe, o choro, o samba, o frevo e a música regional de caráter folclórico, a saber, catira, bumba-meu-boi, maracatu, congada, entre outros, com adaptações originais para a formação proposta, contando, em algumas ocasiões, com participações especiais de percussão, flauta, acordeom e clarinete.
(Música)
Início: dia 2 às 19h00
21h00
Sinopse:
Duo de pianistas formada por Bianca Gismonti (filha de Egberto Gismonti, que também se apresenta na Virada Cultural 2009) e Cláudia Castelo Branco, conheceram-se ainda estudantes, na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Nas salas de audição da Escola, tocavam uma de frente para outra, mas, embora convivessem diariamente, só pensaram em tocar juntas somente quando já eram profissionais. Seu CD de estréia, batizado com o nome do duo, traz composições próprias e de outros grandes músicos, como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Egberto Gismonti e Aldir Blanc, Leandro Braga e Déllia Fischer (que também se apresenta nesta Virada, no palco Piano na Praça).
(Música)
Início: dia 2 às 21h00
23h00
Sinopse:
O Jovem Carioca de 28 anos formou-se no curso de Bacharelado em piano pela Uni-Rio. Participou da gravação de CDs de respeitados grupos e instrumentistas, como o trombonista Vitor Santos, o baterista Márcio Bahia e o grupo UFR Jazz Ensemble. Há oito anos integra a Itiberê Orquestra Família, grupo liderado por Itiberê Zwarg, baixista que há trinta anos toca no grupo de Hermeto Pascoal. Com a orquestra gravou dois CDs, “Pedra do Espia” e “Calendário do Som”, realizou turnês pelo Brasil, Uruguai e Argentina.
O Show: esse show procura mostrar as diferentes possibilidades do piano solo. Arranjos mais depurados se misturam a uma atmosfera de total improviso e liberdade num repertório eclético, composto de clássicos da música brasileira, temas de grandes mestres e de composições inéditas próprias e de parceiros e companheiros musicais.
Repertório:
Da Cor do Pecado (Bororó)
Carinhoso (Pixinguinha)
Aqui Oh (Toninho Horta)
Cinco por Quatro (Hermeto Pasoal)
Essa Maré (Ivan Lins)
Horas (Guto Wirti)
Badalada (Vitor Gonçalves)
Rapaz de Bem (Johnny Alf)
Maracatu no Bambu (Bernardo Ramos)
Sambando (Vitor Gonçalves)
(Música)
Início: dia 2 às 23h00
01h00
Sinopse:
O nome desse jovem instrumentista vem sendo lembrado com cada vez mais freqüência sempre que o assunto é a cena da música instrumental que está em voga atualmente no Brasil. Com suas composições aliadas ao seu jeito peculiar de tocar os teclados (piano e acordeom), sua trajetória se faz cada vez mais independente dentro do restrito círculo de festivais brasileiros e internacionais. Integrante da Orquestra Popular de Câmara de São Paulo, Lula ainda trabalha como músico de apoio de nomes importantes da MPB. Transitando entre áreas diversas mas afins, seu som revisita suas origens sertanejas, completando-se com a urbanidade em arranjos pautados na modernidade e nas tradições.
(Música)
Início: dia 3 às 01h00
03h00
Sinopse:
Cubano de 28 anos, Pepe Cisneros é músico, produtor musical, arranjador e pianista. Foi músico professor em Havana até 1992, quando veio para São Paulo. Em 1997 é convidado a integrar a Orquestra Heartbreakers, com os quais vem realizando apresentações, turnês, CDs e DVDs. Tocou com Caetano Veloso e Jorge Mautner no CD Eu não peço desculpas. Participou de turnês com Gabriel O Pensador (DVD “Acústico MTV”), Marina Lima, Elza Soares, Toninho Horta, entre outros. Participou da gravação do último CD de George Benson, ainda não lançado no Brasil, e do show da cantora cubana Omara Portuondo, do filme Buena Vista Social Club. Pepe trabalhou em diversos trios, quartetos, quintetos, big bands, participando de festivais de jazz por todo mundo, como “Jazz Plaza” de Havana, “Festival de Jazz de Barbados”, e o nacional “Free Jazz”, em São Paulo.
(Música)
Início: dia 3 às 03h00
05h00
Sinopse:
Edinho Sant’anna nasceu em Joinville, Santa Catarina. Marcou presença no cenário musical catarinense até maio de 2005, ano em que vem para São Paulo e participa de diversos projetos instrumentais como Bob Wyatt Quarteto, Thiago do Espírito Trio, Alex Buck noneto, Marcos Paiva Sexteto, Paulo Malheiros Noneto entre outros. Trabalhou também na banda Jazz Sinfônica de Diadema e da Reteté Big Band. Também é integrante da Soundscape Big Band Jazz e pianista da Sambista Fabiana Cozza, além de professor do Conservatório Souza Lima.
Repertório:
Valsa para Dênia - Edson Sant'anna
Chega de Saudade - Tom Jobim
3 Miniaturas - Edson Sant'anna
Sambou Sambou - João Donato
Só Danço Samba Jazz - Edson Sant'anna
Seu Thelonious - Edson Sant'anna
Waltz for Bill - Edson Sant'anna
De tanta Saudade - Edson Sant'anna
Ceroula - Edson Sant'anna
Cedar Walton - Edson Sant'anna
Tocata para piano - Edson sant'anna
(Música)
Início: dia 3 às 05h00
07h00
Sinopse:
Beto Bertrami, nascido em São Paulo, é músico profissional, pianista, tecladista, professor de música, compositor e arranjador. Bertrami já tocou com vários nomes da MPB e do Jazz como Leila Pinheiro, Jair Rodrigues, Max de Castro, Wilson Simoninha, Toquinho Ferraguti, Roberto Sion, Claudya (do musical Evita), Nora Ney, Miltinho, Márcia, Fortuna Joyce, Sônia Maia, Jane e Herondy (que também se apresentam nesta Virada Cultural), Edson Montenegro, Lady Zu, Toni Bizzarro, Toni Tornado, Carlinhos Trompete, Oswaldo Sargenteli, Clayber (gaita), Ubaldo Versolato, Nahor Gomes e Vera Figueiredo, Frank Gambele, Mike Shapiro entre outros.
Repertório:
Acabou em Pizza (Beto Bertrami)
Foi um dia (Cláudio Bertrami)
Gigi (Beto Bertrami)
Partido Alto (José Roberto Bertrami)
Primeira Inspiração (Beto Bertrami)
Vera Cruz (Milton Nascimento)
Stella By Starlight (Victor Young)
Se Todos Fossem Iguais A Você (Tom Jobim e Vinicius de Moraes)
Lígia (Tom Jobim e Chico Buarque de Holanda)
Batida Diferente (Durval Ferreira e Maurício Einhor)
(Música)
Início: dia 3 às 07h00
09h00
Sinopse:
Leandro Cabral, nascido em 1983, há dois anos é integrante da banda de Ed Motta com quem tem feito shows por todo Brasil e exterior. Já tocou e gravou com grandes nomes como o saxofonista norte americano David Richards, o lendário trompetista Márcio Montarroyos; experientes intérpretes de blues/jazz como as norte-americanas Cynthia Utterbach e Alissa Sanders, Dave Gordon, Tony Gordon. Também já dividiu o palco com cantores de MPB como Giana Viscardi , Izzy Gordon, Salgadinho, Maurício Manieri, Paulo Ricardo, Max de Castro, Wilson Simoninha, Ana Cañas, Luciana Mello, Léo Maia, Silvera, Paulo Rogério Vincent Gardner (trombonista da orquestra de Wynton Marsalis), Edu Martins, Cuca Teixera, Djalma Lima, Fernando Corrêa, François Lima, Alberto Continentino, Nahor Gomes, Daniel D’Alcântara, Toninho Ferragutti, Paulinho Guitarra, dentre outros.
Repertorio:
Baião Malandro (Egberto Gismonti)
Auto Retrato (Egberto Gismonti)
Vozes no Mar (Délia Fischer/Thiago Picchi)
Aluvião (Délia Fischer/Thiago Picchi)
Mercado (Délia Fischer/ Thiago Picchi)
Nascimento da Vênus (Délia Fischer/ Camila Costa)
Catu (Délia Fischer)
Araçagy (Délia Fischer)
In my life (Beatles)
Blackbird (Beatles)
Grávida (Marina Lima /Arnaldo Antunes)
A Violeira (Tom Jobim/ Chico Buarque)
(Música)
Início: dia 3 às 09h00
11h00
Sinopse:
Pianista, compositor e arranjador, nascido em São Paulo, formado pelo Instituto de Artes da Unesp, já tocou com artistas como Alzira Espíndola, Ângela Maria, Vanusa e o cantor angolano Filipi Mukenga. Tem participado da gravação e de shows de outros músicos e intérpretes tais como Letícia Coura, Suzana Salles, Sérgio Molina, Bia Biagi, Bob Cupini, Paulo Gusmão de Mendonça, Mona Gadelha e Jorge Marciano.
(Música)
Início: dia 3 às 11h00
13h00
Sinopse:
RAFAEL VERNET, 44, é músico com formação clássica e começou seus estudos em Bagé (RS), onde nasceu. Rafael tem sido um dos mais requisitados e prestigiados músicos de sua geração. Participou de inúmeros shows, turnês e gravações ao lado de grandes cantores e reconhecidos instrumentistas nacionais e internacionais, do calibre de Hermeto Pascoal, Ed Motta, Toninho Horta, Paulinho da Viola, Zé Renato, Chico Buarque, Jean-Paul “Bluey” Maunick, Josee Koning, Jan Dumée, Wilson das Neves, Alcione, Roberto Menescal, Wanda Sá, Luciana Mello, Monarco, Fátima Guedes, Selma Reis, Lucinha Lins, Zezé Motta, Totonho Villeroy, Paula Santoro, Luciana Alves, Chico Pinheiro, Armando Marçal, Nenê, Robertinho Silva, Carlos Bala, Márcio Montarroyos, Mauro Senise, Ricardo Silveira, JT Meirelles, Idriss Boudrioua, Paulo Russo, Chico Amaral, Kiko Freitas, Marcos Suzano, Guilherme Dias Gomes, entre tantos outros.
(Música)
Início: dia 3 às 13h00
15h00
Sinopse:
Délia Fischer, 45, é Instrumentista, compositora, arranjadora, cantora e pianista.
Com carreira consolidada no exterior, principalmente na Alemanha (onde acaba de gravar seu novo CD), é conhecida como uma das mais importantes instrumentistas do país. Como integrante do Duo Fênix, juntamente com Cláudio Dauelsberg. Participou do: Festival de Jazz de Montreux, Suíça; Festival de Jazz de Sofia; Club New Morning. Paris, França; Club Brottfabrik em Sttutgard, Alemanha. Diretora musical , arranjadora, pianista e Cantora do premiado espetáculo “Let it Be”, baseado na obra dos Beatles, que está em cartaz.
Repertorio do show:
Baião Malandro (Egberto Gismonti)
Auto Retrato (Egberto Gismonti)
Vozes no Mar (Délia Fischer/Thiago Picchi)
Aluvião (Délia Fischer/Thiago Picchi)
Mercado (Délia Fischer/ Thiago Picchi)
Nascimento da Vênus (Délia Fischer/ Camila Costa)
Catu (Délia Fischer)
Araçagy (Délia Fischer)
In my life (Beatles)
Blackbird (Beatles)
Grávida (Marina Lima /Arnaldo Antunes)
A Violeira (Tom Jobim/ Chico Buarque)
(Música)
Início: dia 3 às 15h00
17h00
Sinopse:
Mário Moita nasceu em 1971, formou-se em engenharia na Universidade de Évora. Desde criança se interessa por música e começou a cantar fado aos 7 anos. Quando viveu em Reguengos de Monsaraz (terra do compositor Dr. Alberto Janes), conviveu com o pianista Fortunato Murteira, que tocava fado ao piano nas décadas de 40, 50 e 60. Murteira acabou deixando-lhe um valor incalculável em partituras da época. Atualmente, Mário recria uma tradição datada de 1870, da ascensão do fado aos salões, interligando raízes Alentejanas a técnica do bello canto, resultando numa sonoridade romântica de fado ao piano.
(Música)
Início: dia 3 às 17h00
Palco dedicado à nova música instrumental paulistana e convidados estrangeiros. Jazz, groove, choro, ska e temas variados executados por jovens virtuoses.
Endereço: Conselheiro Crispiniano.
19h10
Sinopse:
Formado pelas irmãs - Corina (flauta), Lia (violão de 7 cordas), Elisa (bandolim) e o pai, Eduardo (pandeiro), o Choro das Três é um conjunto instrumental brasileiro. Com composições variadas, próprias e de amigos, seu repertório tem como base principal a pesquisa de compositores e músicos da antiga, nem sempre conhecidos do grande público, mas de vital importância no desenvolvimento da música brasileira.
Com seus shows, o Choro das Três tem conseguido atingir seu principal objetivo: levar às pessoas, principalmente aos mais jovens, um pouco da nossa história musical, mostrando o Choro, já centenário, continua colecionando novos compositores e intérpretes, encantando pessoas do mundo todo.
(Música)
Início: dia 2 às 19h10
20h50
Sinopse:
Nos estúdios de Nova Iorque é um dos mais requisitados engenheiros de som e vem para a Virada Cultural tocar seu intrumento de origem, a guitarra, a convite do trio do virtuoso baterista Mosca.
(Música)
Início: dia 2 às 20h50
22h50
Sinopse:
Começou sua carreira na música popular ainda adolescente tocando em Pubs e Clubs de São Paulo. Latorre estudou órgão com o organista de Blues Norte Americano Sr. Deacon Jones, aluno de Jimmy Smith (Deacon foi band Leader e organista de John Lee Hooker, Freddie King e muitos outros). Conheceu diversos organistas norte americanos e recebeu instruções de Jimmy Smith a Reuben Wilson.
(Música)
Início: dia 2 às 22h50
00h50
Sinopse:
Trio de guitarra, violão cello, bateria e programação, executa arranjos de melodia e rifes conhecidos do samba popular ao hevy metal
(Música)
Início: dia 3 às 00h50
02h30
Sinopse:
O Macaco Bong nasceu em Cuiabá (MT) no ano de 2004 como um quarteto de rock instrumental. Logo no ano de 2005, a banda se tornou um power trio, permanecendo com a proposta de rock instrumental.
(Música)
Início: dia 3 às 02h30
04h10
Sinopse:
FREEgideira é uma festa onde a música que se dança é feita através do exercício coletivo de improvisação audio-visual entre artistas de diversas formações e influências.Sua orquestração é formada por instrumentos acústicos, elétricos, eletrônicos e imagens projetadas em diferentes formatos analógicos e digitais. Para além de uma festa, FREEgideira é um ambiente de troca de influências entre diversas pessoas e manifestações artísticas.
(Música)
Início: dia 3 às 04h10
06h00
Sinopse:
O Charlie M. Trio foi formado no início do ano de 2001. Os músicos Charlie M. (guitarra), Vinicius Almeida (baixo) e Marcos Ferr (bateria) gravaram o primeiro CD do Trio em março de 2001 e a partir de então se apresentam no circuito instrumental paulistano tocando o repertório do CD JAZZ NOW! e standards do jazz e da M.P.B.
(Música)
Início: dia 3 às 06h00
07h40
Sinopse:
A banda Roto Roots se originou em São Paulo, em 2005, como um projeto musical dos instrumentistas Paulo Bira (baixo) e Paulo Pixú. O grupo apresenta um repertório onde o ska e o reggae jamaicanos, o choro e o baião brasileiros a rumba cubana e o jazz norte-americano se fundem e se alternam, em versões de clássicos da cultura pop e composições originais.
(Música)
Início: dia 3 às 07h40
09h20
Sinopse:
Comparado com Yamandu Costa e Rafael Rabello, Alessandro Penezzi é violonista, compositor e arranjador. Com 2 CDs lançados, Penezzi impressiona pelo vasto repertório, pela velocidade e precisão nas notas e por suas belas composições. É nome certo nos melhores palcos instrumentais do país e presença cada vez mais frequente nos festivais Europeus.
(Música)
Início: dia 3 às 09h20
11h20
Sinopse:
Dizem que o jovem Danilo Brito, aos três anos, alcançou o bandolim do pai na cadeira e tocou as cordas alternadamente. Aos cinco anos, surpreendeu quando tocou um trecho de Delicado de Waldir Azevedo, sem que ninguém houvesse lhe ensinado. Autêntico chorão é considerado um dos melhores bandolinistas do Brasil.
(Música)
Início: dia 3 às 11h20
13h20
Sinopse:
Gabriel Grossi, jovem gaitista brasiliense radicado no Rio de Janeiro, é um dos representantes de uma geração de músicos que tem causado grande impacto na cena musical brasileira. Tem realizado shows e gravações no Brasil e no exterior ao lado de grandes nomes da música brasileira como: Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Guinga, Lenine, Djavan, Dominguinhos, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, além de Hermeto Pascoal, uma de suas grandes influências.
(Música)
Início: dia 3 às 13h20
15h20
Sinopse:
Os canadenses do Kleztory são legítimos representantes do gênero “Klezmer”, a música dos nômades judeus da Europa do Leste. Por ser uma música alegre e dançante, alguns brasileiros a comparariam com o Choro, que também se caracteriza por músicos virtuosos abertos para improvisos. O Kleztory é formado por músicos de diversos lugares do mundo como Rússia, Canadá e França que, apesar dos arranjos modernos, representam o verdadeiro espírito Klezmer
(Música)
Início: dia 3 às 15h20
17h20
Sinopse:
Virtuoso no violino, Ricardo Herz recebeu elogios rasgados de grandes músicos como Edu Lobo, Dominguinhos e Didier Lockwood. Venceu Prêmio Visa em 2005, categoria Juri Popular, e desde então lançou 3 CDs com músicas próprias e interpretações de clássicos da MPB. Na Virada, apresentando-se com seu quarteto, Herz realiza um show cheio ritmos brasileiros que já é sucesso em diversos países Europeus.
(Música)
Início: dia 3 às 17h20
Discotecagem de rua das 21h às 3h.
Endereço: Ladeira da Memória.
Sinopse:
Discotecagem de rua das 21h às 3h.
Início: dia 2 às 21h00
A ocupação do Vale do Anhangabaú por ações coreográficas tem em seu centro o grande Palco Umberto da Silva. Durante as 24 horas de festa, o palco recebe ininterrupatamente a mais rica e diversificada criação, de companhias e performers tanto da cena nacional quanto estrangeiras. Confira a programação completa.
Endereço: Anhangabaú.
Espaço: Palco da Dança;
18h00
Sinopse:
Com um olhar que busca refletir sobre o efêmero, ao mesmo tempo em que propõe um novo entendimento da vitalidade, beleza e resistência do corpo, o solo Fragile traduz em movimento as questões que permeiam a obra do artista plástico inglês Damien Hirst. Concebido, dirigido e interpretado por Maurício de Oliveira, “Fragile” explora o volátil, o insustentável e a ausência de peso em detrimento da força, da simetria e da eficiência.
(Dança)
Início: dia 2 às 18h00
Duração: 10 minutos;
18h15
Sinopse:
Seis anos depois de ter criado para o Balé da Cidade Máscaras do Tempo, Gagik Ismailian voltou ao Brasil em 2001, especialmente para conceber novamente para a companhia oficial da cidade DUALIDADE@BR, inspirada em canções de Amália Rodrigues, Henry Touge e Wim Mertens e do grupo inglês Delirium.
(Dança)
Início: dia 2 às 18h15
Duração: 30 minutos;
19h00
Sinopse:
Em 1992, no espetáculo 1,2,3 de Luis Arrieta, estreava La Valse, duo especialmente criado para Mônica Kodato e Irineu Marcovechio, então bailarinos do Balé da Cidade de São Paulo. Nesse mesmo ano, a convite da direção da companhia, La Valse passava a fazer parte do seu repertório. Desde então, a obra tem sido apresentada no Brasil e no exterior com grande sucesso, mostrando a alta qualidade técnica e interpretativa dos seus solistas.
(Dança)
Início: dia 2 às 19h00
Duração: 14 minutos;
20h15
Sinopse:
Em sua primeira participação na Virada Cultural, a São Paulo Companhia de Dança apresenta Serenade, obra de 1935, que marcou a estréia do russo George Balanchine na América. Elaborada sobre música de Tchaikovsky (Serenata em Dó Maior para Orquestra de Cordas, Opus 48), a peça foi criada inicialmente para os alunos da School of American Ballet e partiu de exercícios que procuravam esclarecer aos jovens bailarinos a distinção entre o bailado em sala de aula e a dança no palco.
Início: dia 2 às 20h15
Duração: 30 minutos;
20h50
Sinopse:
A performer Mariana Piza, na apresentação de Forma-me, veste um macacão de peças de LEGO, ficando em uma cadeira de tubos de PVC. O público será construtor da obra a partir da interação com a performer, encaixando outras peças no macacão e compondo assim sua forma.
(Dança)
Horários: dia 2 às 20h50 e dia 3 às 11h50.
Duração: 45 minutos;
21h35
Sinopse:
Inspirado na mesma Serenata para Cordas, de Tchaikovsky, que a São Paulo Companhia de Dança interpreta anteriormente em Serenade, Ágape, de Roberto Amorim busca uma nova leitura dessa obra do século XIX, com movimentos técnicos dentro da linguagem da dança contemporânea. A peça revela a intima relação do amor incondicional, transcendental, o amor pelo próximo, o amor das relações humanas e genuínas. O Amor Ágape.
(Dança)
Início: dia 2 às 21h35
Duração: 42 minutos;
23h30
Sinopse:
A companhia goiana traz para a Virada Só tinha que ser com você, espetáculo de 2005, em homenagem a dois dos maiores artistas brasileiros de todos os tempos: Elis Regina e Tom Jobim. A partir de uma trilha sonora irretocável, o coreógrafo Henrique Rodovalho aceita o desafio de adicionar a dança como elemento poético à obra cristalizada no álbum Tom & Elis, gravado em 1974. O resultado é uma movimentação ambientada com sofisticação, capaz de conduzir o espectador a uma jornada cheia de lembranças. Romântico e brasileiro, Só tinha de ser com você foi considerado o melhor espetáculo brasileiro de dança no ano de 2006, pelo Jornal o Estado de São Paulo, tendo recebido, no mesmo ano, a indicação para o I Prêmio Prime! Bravo de Cultura, concedido pela Revista Bravo!.
(Dança)
Início: dia 2 às 23h30
Duração: 42 minutos;
01h00
Sinopse:
O animal mais forte do mundo propõe algumas questões sobre o lugar do forte e da força da sobrevivência. O trabalho é baseado na reunião de 1800 fotos dos processos de criação que resultaram nas obras anteriores do repertório da dupla de criadores – Somtir (2003), Outras formas (2004), Como? (2005) e Clandestino (2006) –, retrabalhadas com foco na exploração dos volumes para os movimentos.
(Dança)
Início: dia 3 às 01h00
Duração: 50 minutos;
02h50
Sinopse:
Pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente é uma fábula feita da colagem de ações, objetos, corpos, imagens e movimentos que se fortalecem das características que as definem para ganharem novos significados ao se inter-relacionarem. Na coreografia de Alejandro Ahmed o corpo procura parceiros para sua dança. A dança procura meios para perceber-se real. Ficção e realidade intercalam seus lugares e, assim, contam histórias. O coreógrafo, que também integra o corpo de intérpretes do grupo catarinense Cena 11, usa o peso e o desequilíbrio como recurso de antivaidade, a autoria da ação divide assinaturas entre gravidade, ossos, músculos, cérebros e espectadores. Dança como vestígio. Dança para não ter poder. Tempo para entendermos o tempo.
(Dança)
Início: dia 3 às 02h50
Duração: 50 minutos;
04h50
Sinopse:
Fábrica, de Fernando Lee, traz imagens de trabalhadores de diversas épocas do entorno do bairro da Pompéia, em São Paulo, capital: das plantações de banana do século passado, até operários de “Fábricas Culturais” atuais. A linguagem da dança dá o tom da apresentação, que tem trilha sonora original, especialmente composta e executada ao vivo pelos intérpretes. A intenção é transformar o espaço cênico em espaço sonoro, extraindo som de seus materiais e estruturas, numa reinterpretação das influências musicais desses trabalhadores ao longo de sua história.
(Dança)
Início: dia 3 às 04h50
Duração: 40 minutos;
05h35
Sinopse:
A Cia. Caracaxá surgiu em 2003, como resultado de uma pesquisa sobre o Maracatu de Baque Virado, também conhecido como maracatus-nação,
manifestação popular brasileira que tem como principal palco a cidade de Recife. No seu repertório, a Cia canta suas próprias toadas de maracatus tradicionais, buscando a reprodução fiel dos baques (toques) de cada Nação. A força da sonoridade e o grande número de integrantes garantem uma contagiante vibração sonora.
Início: dia 3 às 05h35
Duração: 40 minutos;
06h20
Sinopse:
Guem é uma lenda viva da percussão mundial. Radicado na França, é um dos maiores músicos africanos vivos e é conhecido por ser um melodista da percussão africana, encantando por onde passa, principalmente nos grandes festivais da Europa. Por aqui Guem ficou conhecido quando, após uma temporada de 6 meses no Brasil, gravou o disco O universo rítmico de Guem, um clássico mundial da percussão.
(Dança)
Início: dia 3 às 06h20
Duração: 50 minutos;
07h00
Sinopse:
O Batuntã mistura expressão corporal, cênica e musical, fundindo percusão, canto e dança.
As apresentações do grupo expressam uma variedade musical também nos instrumentos. Esse multiplicidade de influências são enriquecidas com o contato direto dos integrantes do Grupo com festas de manifestações populares de Pernambuco.
Durante a apresentação, o público pode vivenciar um pouco do universo
cultural trabalhado pelo Batuntã, participando diretamente da música, com
instrumentos ou percussão corporal, sob a regência do grupo. A integração
coletiva é possível, pois o repertório cultural de tradições populares
brasileiras é composto por danças, cantos e ritmos carregados de um teor
festivo, que pode fazer do público um brincante, junto aos artistas.
Início: dia 3 às 07h00
Duração: 50 minutos;
09h05
Sinopse:
O Corpo de Baile Jovem da Escola de Bailado do Theatro Municipal apresenta Les Sylphides, numa adaptação coreográfica dos professores Katiah Rocha, Luis Augusto Ribeiro e Mariângela D´Andrea. Original de Fokine sobre composição de Chopin, a obra inaugura, no início do século XX, um novo pensamento através de um balé que não se preocupa mais em contar uma história com princípio, meio e fim. Ao contrário, constrói uma atmosfera onírica a partir de um personagem real – o único homem presente na peça – que dialoga com as sílfides, seres da mitologia celta germânica da Idade Média.
Início: dia 3 às 09h05
Duração: 40 minutos;
10h40
Sinopse:
Com concepção e coreografia de Miriam Druwe, Lúdico é inspirado nas obras do pintor russo Wassily Kandinsky. Como espetáculo de dança infanto-juvenil, propõe, de forma colorida e poética, um passeio pelo universo da criação de uma obra de arte. Cores e formas se agitam em busca de um lugar. A reta, a curva e o ponto são personagens que têm características e personalidades próprias.
(Dança)
Início: dia 3 às 10h40
Duração: 60 minutos;
11h50
Sinopse:
A performer Mariana Piza, na apresentação de Forma-me, veste um macacão de peças de LEGO, ficando em uma cadeira de tubos de PVC. O público será construtor da obra a partir da interação com a performer, encaixando outras peças no macacão e compondo assim sua forma.
(Dança)
Horários: dia 2 às 20h50 e dia 3 às 11h50.
Duração: 45 minutos;
12h35
Sinopse:
Unindo a dança moderna e a capoeira para criação de uma identidade corporal brasileira, Jogo de Dentro tem como principal característica o constante jogo como fator que determina as relações entre seus participantes. O contato inicial através do olhar, a sedução, a manipulação e a crueldade, as diferentes nuances do risco, o prazer, a diversão e a disposição para encontrar novos significados e novas sensações são aspectos abordados como jogos na coreografia de Claudia de Souza.
Início: dia 3 às 12h35
Duração: 60 minutos;
14h30
Sinopse:
O Ballet da Cidade de Niterói vem, ao longo de seus 17 anos, apresentando trabalhos assinados por coreógrafos expressivos do universo da dança contemporânea. Rodrigo Moreira, Renato Vieira, Vasco Wellenkamp, Rodrigo Negri, Luis Arrieta, Rodrigo Pederneiras, Luiz Fernando Bongiovanni são alguns dos coreógrafos que conceberam trabalhos especialmente para a companhia. Seguindo nesta mesma direção, Henrique Rodovalho é quem assina a criação de Enquanto Dure….
Início: dia 3 às 14h30
Duração: 30 minutos;
15h30
Sinopse:
Fruto da Terra foi criado pelo coreógrafo israelense Itzik Galili, um dos mais conceituados coreógrafos da atualidade, que tem sua própria companhia sediada na Holanda. A obra descreve de forma poética e simples, a vida no campo, a comunicação e o relacionamento entre grupos de trabalhadores, que, mesmo em meio a tensões e conflitos, vivem numa mágica harmonia. Com música de Mercedes Sosa, Fruto da Terra lança mão de recursos cênicos inovadores, com tratamento do artista plástico Ascon Nijs.
Início: dia 3 às 15h30
Duração: 18 minutos;
16h05
Sinopse:
Neste Brasil mestiço, misterioso e mágico, todos os retratos são tendenciosos, parciais ou comprometidos. Observando os brincantes e suas brincadeiras, as festas populares, os folguedos, seus personagens místicos criamos danças que revelam um pouco desta complexa Trama de simplicidade, que mostra o transcendente e o contagiante caminho da alegria neste país.
(Rui Moreira)
(Dança)
Início: dia 3 às 16h05
Duração: 23 minutos;
17h00
Sinopse:
Pioneiro na utilização de canções da MPB em suas coreografias, o Stagium celebra nesse trabalho os 50 anos da Bossa Nova. A coreografia de Décio Otero lembra ícones do movimento, cuja novidade rítmica e melódica resultou na criação de Garota de Ipanema, Corcovado, Din din, Desafinado entre outras obras primas da nossa música.
(Dança)
Início: dia 3 às 17h00
Duração: 45 minutos;
Confinados em um seu dormitório imaginário, os personagens evoluem num show coreográfico de acrobacias sobre o leito.
Endereço: Vale do Anhangabaú.
Sinopse:
Confinados em um seu dormitório imaginário, os personagens evoluem num show coreográfico de acrobacias sobre o leito.
http://www.tangosumo.com/pages/paddock.html
Horários: dia 3 às 01h55 e às 13h40.
Duração: 30 minutos;
Duo coreográfico entre um bailarino e uma retroescavadeira. Ambos evoluem delicadamente num bailado suave e brutal.
Endereço: (baixios).
Sinopse:
Duo coreográfico entre um bailarino e uma retroescavadeira. Ambos evoluem delicadamente num bailado brutal e suave.
http://br.youtube.com/watch?v=qjjL9sP_zD8
Horários: dia 2 às 19h20, dia 3 às 00h30, às 09h50 e às 16h35.
Duração: 30 minutos;
Ônibus da Dança
Repetindo o grande sucesso do ano anterior, um ônibus adaptado serve como palco para aulas de dança abertas ao público.
Em 24 horas de evento, serão realizadas num Ônibus-Palco, especialmente preparado, 17 aulas de dança dos mais variados estilos e de várias regiões do Brasil e do mundo, entre elas, dança de salão, dança do ventre, danças afro brasileiras e ainda 3 Bailes temáticos (Ritmos Caribenhos, Soul e Disco, Ritmos Brasileiros) e ainda 1 Mini Rave com DJ Especialista em Música Eletrônica.
O evento conta ainda com a participação de grupos convidados de algumas Companhias de Dança da cidade de São Paulo, entre elas, Pulsarte Cia. de Dança, Cia.Paulista de Dança Adriana Assaf, Grupo Conexión Caribe, Christiane Matallo, Gilberto De Syllos e Grupo Arte na Lata.
Endereço: Vale do Anhangabaú.
18h00
Sinopse:
Grande baile de soul e disco com Wil Black Man e Moskito.
Início: dia 2 às 18h00
19h00
Sinopse:
Aula de samba-rock e samba-pagode e apresentação dos professores Moskito e Anna Paula.
Início: dia 2 às 19h00
20h00
Sinopse:
Aula de samba de gafieira e samba no pé e apresentação dos professores
Franz Rocha e Melina Passarelli.
Início: dia 2 às 20h00
21h00
Sinopse:
Aula de forró e apresentação dos professores Evandro Paz e Natalia Rosa.
Início: dia 2 às 21h00
22h00
Sinopse:
Atração: Marize Matias Cia. de Dança.
Aula de Zouk e apresentação dos professores Philip Miha e Fernanda Silva.
Início: dia 2 às 22h00
23h00
Sinopse:
Atração: grupo de dança Conexión Caribe.
Aula de Salsa e Mambo e apresentação dos professores Ricardo Garcia e Alexsandra Franklin.
Início: dia 2 às 23h00
00h00
Sinopse:
Grande baile de ritmos caribenhos.
Início: dia 3 às 00h00
01h00
Sinopse:
Atração: show de sapateado com música ao vivo com Christiane Matallo e Gilberto de Syllos.
Aula de lindy hop e apresentação dos professores Magoo e Carol.
Início: dia 3 às 01h00
02h00
Sinopse:
Aula de street dance e apresentação do professor Flip Couto (Pulsarte Cia de Dança).
(Dança)
Início: dia 3 às 02h00
03h00
Sinopse:
Aula de country e apresentação do professor Marcelo Mike.
(Dança)
Início: dia 3 às 03h00
04h00
Sinopse:
Minirave comandada por DJ especial.
(Música)
Início: dia 3 às 04h00
Duração: 480 minutos;
08h00
Sinopse:
Aula de alongamento com a professora Simone Sant’Anna (Pulsarte Cia de Dança).
Início: dia 3 às 08h00
09h00
Sinopse:
Aula de biodança com a professora Bya Figueiredo (Pulsarte Cia de Dança).
(Dança)
Início: dia 3 às 09h00
10h00
Sinopse:
Aula de jazz e apresentação da professora MARIZE MATIAS.
(Dança)
Início: dia 3 às 10h00
11h00
Sinopse:
Atração: Pulsarte Cia de Dança
Aula de dança do ventre e apresentação da professora Semiramis Pereira.
(Dança)
Início: dia 3 às 11h00
12h00
Sinopse:
Atração: Grupo Babado de Chita
Aula de danças afro-brasileiras (jongo, ciranda) com os professores Pedro Ribeiro e Roberta Larizzza.
(Dança)
Início: dia 3 às 12h00
13h00
Sinopse:
Atração: Cia Paulista de Dança Adriana Assaf.
Aula de zouk e apresentação dos professores Philip Miha e Fernanda Silva.
(Dança)
Início: dia 3 às 13h00
14h00
Sinopse:
Atração: Cia Paulista de Dança Adriana Assaf.
Aula de forró e apresentação dos professores Evandro Paz e Natalia Rosa.
(Dança)
Início: dia 3 às 14h00
15h00
Sinopse:
Atração: Pulsarte Cia de Dança
Aula de samba de gafieira e samba no pé e apresentação dos professores Franz Rocha e Melina Passarelli.
(Dança)
Início: dia 3 às 15h00
16h00
Sinopse:
Aula de samba-rock e samba-pagode e apresentação dos professores Moskito e Anna Paula.
(Dança)
Início: dia 3 às 16h00
17h00
Sinopse:
Grande baile de encerramento com todos os ritmos de dança da viagem.
(Dança)
Início: dia 3 às 17h00
A Praça Ramos recebe o Festival Internacional de Curtas-Metragens. Com produções de todo o mundo rolando em frente ao Municipal, nos intervalos de seus espetáculos, as sessões prometem ser uma das grandes atrações da Virada Cultural 2009.
Endereço: Telão do Theatro Municipal.
Endereço: Viaduto do Chá.
24 horas
Sinopse:
Há 19 anos realizando façanhas com técnicas de circo aliadas com a tecnologia para a segurança em altura o Acrobático Fratelli virá para a Virada Cultural com figuras inusitadas que voarão do topo de um prédio a outro durante as 24 horas.
(Intervenção)
24h de duração
Duração: 20 minutos;
Endereço: Proximidades do Theatro Municipal.
Sinopse:
Grupo de improvisação cômica que atua voluntariamente em projetos
sociais e espetáculos. Eles alegram o público enquanto esperam a próxima atração. Há cinco anos, eles distribuem sorrisos e alegria às pessoas que aguardam sua vez nas filas de hospitais públicos de São Paulo.
(Intervenção)
Horários: dia 2 às 19h00, às 22h00, dia 3 às 00h00, às 08h00, às 10h00 e às 12h20.
Endereço: jardins do Anhangabaú.
Sinopse:
Alunos da São Francisco reconstroem esse drama grego milenar e trazem-no para as nossas Arcadas.
Uma das peças mais encenadas no mundo todo (Ralph Fiennes encarnou o rei numa recente montagem no National Theatre em Londres e Paris, também é atualmente brindada com uma leitura do texto de Sófocles no theatre de La tempête) ganha também sua versão brasileira a partir do próximo dia 1º de maio: Édipo Rei de Sófocles – o texto nos leva na procura desesperada do Rei de Tebas, no séc. V a.C. pelo assassino de seu antecessor no poder da cidade, Laios, que ele não desconfia ter sido seu verdadeiro pai. No Brasil, a peça já ganhou montagens antológicas, como a dirigida por Márcio Aurélio e estrelada por Renato Borghi (ex-aluno da faculdade), nos anos 80.
As Arcadas do Largo São Francisco foram escolhidas para abrigar essa montagem que marca também a retomada do trabalho de teatro dentro da instituição. O teatro e a faculdade têm uma história muito antiga, já que o primeiro grupo nasceu lá em 1828, confundindo-se com a própria fundação. Por lá passaram grandes nomes da dramaturgia brasileira, como Paulo Autran, José Celso Martinez Correa, Renato Borghi e tantos outros. Foi de lá que surgiu o teatro Oficina, que até hoje marca o seu espaço na cena paulistana.
(Teatro)
Início: dia 3 às 05h00
Estação AnhangabaúTrajeto de Metrô: Como chegar de Metrô na estação Anhangabaú
Linha Azul
Linha Verde
Linha Vermelha
Linha Amarela
Linha Lilás